Ao 3º dia, depois de infelizmente me ter que zangar, lá me conseguiram as condições mínimas para poder começar a colocar o mural na parede. Em dois dias e meio foi a dar-lhe em força, quase sem tempo para respirar. Graças ao Sr.Sta, Sr. Fantástico, Sr. Sorriso (como já é meu costume, baptizo sempre os ajudantes com novos nomes) a Ben Amor e a Imen Besrour, e muito em especial ao Gil Barros (que para além de ajudar mais do que era suposto, aguentou os meus nervos, de tanta passividade que se vivia ali por Sfax), conseguimos colocar o mural na perfeição na parede.
Trabalha a cerâmica enquanto linguagem escultórica, entre escultura, mural e instalação. O trabalho constrói-se a partir da relação direta com a matéria - porcelana, grês, fogo, peso, fragilidade e transformação - muitas vezes em dialogo com arquitectura, território e memória. Este blogue funciona como registo parcial desse percurso: obras, exposições, processos de trabalho, residências artísticas e projetos realizados em diferentes lugares.



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