Nas terras férteis de Mato Grosso do Sul, os fazendeiros vivem uma vida farta e confortável. Enquanto isso, os povos indígenas sobrevivem, a custo, dentro da pequena reserva onde foram alojados, após lhes ter sido retirada a terra dos seus antepassados. A sociedade e cultura dos guarani-kaiowá estão em colapso, sucumbindo à pobreza, alcoolismo, doenças e má nutrição. E o suicídio de mais um jovem índio torna-se motivo para o princípio de mais uma contenda. Através da ficção, e usando as poderosas paisagens naturais e actores nativos, o realizador Marco Bechis mostra a triste realidade dos povos autóctones do Brasil e a luta pela sua identidade cultural e pelo pedaço de terra que perderam após a conquista dos brancos."
Trabalha a cerâmica enquanto linguagem escultórica, entre escultura, mural e instalação. O trabalho constrói-se a partir da relação direta com a matéria - porcelana, grês, fogo, peso, fragilidade e transformação - muitas vezes em dialogo com arquitectura, território e memória. Este blogue funciona como registo parcial desse percurso: obras, exposições, processos de trabalho, residências artísticas e projetos realizados em diferentes lugares.
domingo, 22 de novembro de 2009
Terra Vermelha
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