No passado dia 8 de Abril, Paulien Poeger e Lieke Ploeger vieram buscar as peças para a exposição. Carregar a carrinha e o atrelado com o tempo que fazia na altura foi uma aventura, vá lá que o Manel e o Renato deram uma ajudita. No atrelado conseguimos colocar 24 caixas (devia ter pedido um patrocínio á empresa das bananas) e na carrinha tudo aquilo que vêm no passeio. Conseguiram chegar a casa na sexta á noite. Elas estão bem, a carrinha tenho duvidas, devido ao excesso de peso e as peças....amanhã verei. Amanhã toca-me a mim fazer a viagem comodamente em avião, mas quando chegar é logo desembalar e ver como tudo chegou. Transportar peças cerâmicas é sempre uma incógnita.Trabalha a cerâmica enquanto linguagem escultórica, entre escultura, mural e instalação. O trabalho constrói-se a partir da relação direta com a matéria - porcelana, grês, fogo, peso, fragilidade e transformação - muitas vezes em dialogo com arquitectura, território e memória. Este blogue funciona como registo parcial desse percurso: obras, exposições, processos de trabalho, residências artísticas e projetos realizados em diferentes lugares.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Viagem até Drachten
No passado dia 8 de Abril, Paulien Poeger e Lieke Ploeger vieram buscar as peças para a exposição. Carregar a carrinha e o atrelado com o tempo que fazia na altura foi uma aventura, vá lá que o Manel e o Renato deram uma ajudita. No atrelado conseguimos colocar 24 caixas (devia ter pedido um patrocínio á empresa das bananas) e na carrinha tudo aquilo que vêm no passeio. Conseguiram chegar a casa na sexta á noite. Elas estão bem, a carrinha tenho duvidas, devido ao excesso de peso e as peças....amanhã verei. Amanhã toca-me a mim fazer a viagem comodamente em avião, mas quando chegar é logo desembalar e ver como tudo chegou. Transportar peças cerâmicas é sempre uma incógnita.
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