Grês, técnica da lastra, cozedura a 1200º C. 25 x 25 x 25 cm. 2009
Este e mais um outro trabalho, encontraram um novo dono. Passarão a "viver" em Portimão.
Morreu á pouco tempo Lhasa de Sela, justamente na altura em que me dão a conhecer o seu trabalho. Fica aqui uma pequena homenagem.
Quando eu soube que iria receber o prémio em Valladolid, o Rafael de imediato disse que também queria. Dei-lhe esse gosto, pois nem sempre é possível levá-lo comigo cada vez que saio do país em trabalho. O curioso é que o Rafael quis fazer uma história fotográfica da viagem, desde que saímos de casa até regressar. O resultado é este que se apresenta aqui. Sempre de máquina na mão, foi registando aquilo que lhe parecia importante contar. Durante a entrega dos prémios, todos o quiseram conhecer, por lhes parecer um fotógrafo profissional de palmo e meio. Seleccionou as fotos, quis fazer o diaporama, escolheu a música e pediu para eu colocar no blog. Note-se que o Rafael tem apenas 8 anos. Mãe babada?? Sem duvida!
Exilada em Marselha após o assassínio do seu marido, dez anos antes, Judith (Ronit Elkabetz) decide ceder aos desejos dos seus três filhos e regressar à Roménia, o seu país natal, para a celebração do casamento de uma prima que reunirá todo o clã. De volta a casa, Judith cedo compreende as razões que a levaram ao afastamento e porque se recusou durante todos estes anos a rever a família. Mas este reencontro familiar será tudo menos pacífico. Velhos ressentimentos, ódios e inimizades renascem... Um drama familiar escrito e realizado por Fanny Ardant.
Em 1818, o jovem poeta inglês John Keats (Ben Whishaw) apaixona-se pela sua vizinha Fanny Brawne (Abbie Cornish) sem imaginar como isso irá mudar a sua vida. Apesar de terem muito pouco em comum, - ele um poeta romântico, ela uma estudante de moda pouco dada à literatura - a grave doença do irmão mais novo de John aproxima-os. Essa amizade, que rapidamente se transforma num amor sem limites, tendo a poesia como linguagem, acaba por tornar-se uma obsessão difícil de aceitar por todos os que os rodeiam. Mas, apesar de todas as contrariedades, só a doença e morte prematura de John Keats terá o poder de os separar.Um filme biográfico, realizado por Jane Campinon, cujo título original se inspira em Bright Star: Love Letters and Poems of John Keats to Fanny Brawne, uma colectânea de cartas de amor e poemas do próprio escritor dedicados ao amor da sua vida.
As premiadas com os representantes do concurso.
Lea Georg comigo, cada uma junto do seu trabalho.
Miguel González Santamaría "Sin titulo"
Rebecca Maeder "Jardin Secret"(menção honrosa)
Juan Luis Tortosa "Patrulla de Combate"
A entrega dos prémios e a inauguração da exposição do XV Concurso de Ceramica "Ciudade de Valladolid"- II Encuentro Internacional, será realizada no próximo dia 14 de Janeiro pelas 12.00h no Centro de Recursos Turisticos- Pabellón de Cristal, situado na Acera de Recoletos s/n, Valladolid. A exposição poderá ser visitada até dia 31 de Janeiro.Estávamos em 2004 quando organizei e coordenei o I Encontro Internacional de ceramistas em Boassas. Participaram no encontro Arcádio Blasco, Rafael Pérez, Juan Orti Garcia, Fernando Malo, Javier Fanlo, Kaori Yamauchi, Yasuyuki Ise, Rute Marcão e eu. Participando também Gustavo Costa, na música. Este projecto foi possível graças á ajuda de Rute Marcão, de algumas entidades locais e governamentais, como por exemplo a Associação de Boassas, Instituto Cervantes e Fundação Oriente. Não esquecendo ainda uma boa parte da população de Boassas, que nos recebeu carinhosamente. O resultado foi depois apresentado em exposições no Forum da Maia e no Museu Gonzaléz Marti, Valência. Foi também editado um catálogo. Boassas nunca teve tradição cerâmica, mas graças a este encontro, passou a estar no "mapa" dos ceramistas nacionais e internacionais. Por questões pessoais escolhi Boassas para o evento, dando assim o meu contributo para a aldeia. Que foi muito.
Japão. Um dia quente de Agosto. Todo o clã reúne-se na velha casa de família, num evento anual em honra de Junpei, o filho mais velho, que morreu há 15 anos num acidente. Nessas 24 horas todos se analisam, a si próprios e aos outros, especulando como seriam as suas vidas se a trágica morte não tivesse ocorrido. São muitos os ressentimentos e muitas as formas de cobrança numa família desunida e disfuncional que tem aqui a grande oportunidade de mudar o que não está bem. Um drama familiar sobre o amor, o ressentimento e, essencialmente, sobre o arrependimento, filmado pelo japonês Hirokazu Koreeda, numa homenagem aos seus próprios pais já falecidos.
Foto tirada em 2003, durante o Amakusa Festival Art, no Japão. Comigo estava Yasuyuki Ise, Megumi Hayashi e Kaori Yamauchi.Já aqui tinha apresentado um diaporama do meu percurso de 1994 a 2006. Agora apresento alguns dos trabalhos que entretanto fui realizando até hoje. Ficam por apresentar trabalhos que ainda estão em projecto por serem para espaços públicos. Se tudo correr como o previsto, serão executados no ano que se avizinha (ver para crer, é o meu lema).
Esta é talvez a altura mais deprimente do ano. Onde o consumismo não tem limites, a hipocrisia dispara. Mas afinal o que é o Natal? Eu deixei de saber....